sexta-feira, 18 de março de 2011
Para refletird
"O leitor atento, verdadeiramente ruminante, tem quatro estômagos no cérebro, e por eles faz passar e repassar os atos e os fatos, até que deduz a verdade, que estava, ou parecia estar escondida." Machado de Assis.
quinta-feira, 3 de março de 2011
sábado, 19 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Tradições caipiras: Broa de Fubá
INGREDIENTES:2 quilos de fubá (preferir de moinho, se tiver)
2 quilos de açúcar
1 quilo de farinha de trigo
1 quilo de abóbora crua ralada
½ quilo de inhame cru descascado e ralado
1 quilo de batata-doce cozida e amassada
8 ovos
1 copo de 200 mls de banha de porco
3 colheres de sopa de fermento
1 colher de sobremesa de bicarbonato de sódio
1 colher de sopa de canela em pó
1 copo de chá de erva-doce e cravo coado
1 pitada de sal
MODO DE FAZER:
Primeiro, coloque o ovo. Depois, acrescente o açúcar e mexer bem.
Em seguida; vem o inhame; a abóbora, que dá um colorido à massa; e a batata-doce. E uma dica importante: a batata doce deve ser descascada ainda morna.
acrescenta a banha de porco; o chá de erva-doce e cravo; a canela; o sal; o fermento; o bicarbonato de sódio, para deixar a massa mais macia; a farinha de trigo; e, por último, o fubá feito no moinho de pedra.
O fubá é colocado aos poucos para evitar que a massa fique seca. O ponto certo é quando dá para fazer bolinhas firmes. Antes de enrolar molhar a mão numa mistura de leite e óleo para evitar que a massa grude nos dedos. Nas formas, untadas com bastante óleo, as broas estão prontas para assar.É hora de preparar o forno. Na noite fria, a lenha, que passou o dia queimando, aquece a família. Leve ao forno de a lenha já varrido e bem limpo para não transmitir gosto estranho de queimado ao quitute.
As formas vão todas para dentro do forno. Depois de 20 minutos no forno, a broa está pronta.
Servir com café quentinho feito na hora.
Fonte: Globo Rural/Reportagem sobre tropeiros e cidade de Silveiras (SP)
2 quilos de açúcar
1 quilo de farinha de trigo
1 quilo de abóbora crua ralada
½ quilo de inhame cru descascado e ralado
1 quilo de batata-doce cozida e amassada
8 ovos
1 copo de 200 mls de banha de porco
3 colheres de sopa de fermento
1 colher de sobremesa de bicarbonato de sódio
1 colher de sopa de canela em pó
1 copo de chá de erva-doce e cravo coado
1 pitada de sal
MODO DE FAZER:
Primeiro, coloque o ovo. Depois, acrescente o açúcar e mexer bem.
Em seguida; vem o inhame; a abóbora, que dá um colorido à massa; e a batata-doce. E uma dica importante: a batata doce deve ser descascada ainda morna.
acrescenta a banha de porco; o chá de erva-doce e cravo; a canela; o sal; o fermento; o bicarbonato de sódio, para deixar a massa mais macia; a farinha de trigo; e, por último, o fubá feito no moinho de pedra.
O fubá é colocado aos poucos para evitar que a massa fique seca. O ponto certo é quando dá para fazer bolinhas firmes. Antes de enrolar molhar a mão numa mistura de leite e óleo para evitar que a massa grude nos dedos. Nas formas, untadas com bastante óleo, as broas estão prontas para assar.É hora de preparar o forno. Na noite fria, a lenha, que passou o dia queimando, aquece a família. Leve ao forno de a lenha já varrido e bem limpo para não transmitir gosto estranho de queimado ao quitute.
As formas vão todas para dentro do forno. Depois de 20 minutos no forno, a broa está pronta.
Servir com café quentinho feito na hora.
Fonte: Globo Rural/Reportagem sobre tropeiros e cidade de Silveiras (SP)
sábado, 29 de janeiro de 2011
Dois sóis no céu.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Chega de enrolar
Novos estudos sugerem que deixar tarefas para depois faz parte do instinto humano. Como evitar esse mau hábito e botar em prática as resoluções de Ano-Novo.
Janeiro é o mês em que as pessoas costumam traçar planos, reavaliar objetivos e pensar nas coisas que gostariam de mudar em sua vida. Assim como Jano, o deus romano de duas faces que dá nome ao mês de janeiro, nesta época olhamos simultaneamente para o passado e para o futuro, animados pela esperança de recomeçar. Há uma vontade genuína de mudança, mas ela costuma esbarrar, para boa parte das pessoas, numa barreira tão sólida quanto invisível: o hábito de adiar tarefas difíceis ou chatas, deixando-as para amanhã. Ao final de um ano de adiamentos, descobre-se que a vida mudou muito pouco. Continue lendo na Revista Época (clique)
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
domingo, 9 de janeiro de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
HERMES TRISMEGISTO
Hermes Trismegisto (em latim: Hermes Trismegistus; em grego Ἑρμῆς ὁ Τρισμέγιστος, "Hermes, o três vezes grande") é o nome dado pelos neoplatônicos, místicos e alquimistas ao deus egípcio Thoth (ou Tehuti), identificado com o deus grego Hermes. Ambos eram os deuses da escrita e da magia nas respectivas culturas.
Thot simbolizava a lógica organizada do universo. Era relacionado aos ciclos lunares, cujas fases expressam a harmonia do universo. Referido nos escritos egípcios como "três vezes grande", era o deus do verbo e da sabedoria, sendo naturalmente identificado com Hermes. Na atmosfera sincrética do Império Romano, deu-se ao deus grego Hermes o epíteto do deus egípcio Thoth. Continue lendo! você vai aprender muito! (clique!)
Thot simbolizava a lógica organizada do universo. Era relacionado aos ciclos lunares, cujas fases expressam a harmonia do universo. Referido nos escritos egípcios como "três vezes grande", era o deus do verbo e da sabedoria, sendo naturalmente identificado com Hermes. Na atmosfera sincrética do Império Romano, deu-se ao deus grego Hermes o epíteto do deus egípcio Thoth. Continue lendo! você vai aprender muito! (clique!)
Assinar:
Postagens (Atom)






